Pronto atendimento de Arujá ficou fechado por algumas horas no fim de semana, dizem pacientes

Pronto Atendimento de Arujá (Foto: Reprodução/TV Diário)

Segundo os pacientes, a orientação dada a eles pelo pessoal do hospital foi a que procurassem o pronto atendimento de cidades vizinhas. Prefeitura informou que houve uma interrupção no atendimento, no sábado, de no máximo uma hora.

Quem precisou de médico em Arujá no fim de semana teve problemas. De acordo com os pacientes, o Pronto Atendimento estava com portas fechadas e não tinha ninguém na unidade por algumas horas.

Essa suspensão temporária no atendimento teria acontecido no sábado (8) à noite. No domingo (9) pela manhã, o atendimento estava aparentemente normalizado.

De acordo com a Prefeitura de Arujá, houve uma interrupção no atendimento, no sábado, de no máximo uma hora. A empresa terceirizada que administra o pronto atendimento afirma que não faltam médicos e que os pagamentos estão em dia. Disse ainda que no sábado houve atraso em uma das trocas de profissionais de plantão o que acabou refletindo no atendimento, mas já está tudo normalizado.

A comerciante Juliana Santana tentou passar por um clínico geral, mas não teve sucesso. "O segurança que estava na porta disse para procurar outro lugar porque não tinha médico".

Sérgio Dias também foi ao hospital e conseguiu uma justificativa mais detalhada do vigilante do local. “Ele falou que não tinha médico porque eles não recebem há dois meses. Tinha polícia, Guarda Municipal, tudo ai.”

Segundo os pacientes, a orientação dada a eles pelo pessoal do hospital foi que procurassem o pronto atendimento de cidades vizinhas.

O motorista Silvino Pinto presenciou o episódio de sábado quando foi levar uma paciente. No domingo foi a vez dele procurar atendimento depois de ter fraturado o osso da mão. “Enquanto está vazio, o atendimento é rápido, só que está sem ortopedista. Me passaram um número, pra ligar nesta segunda-feira, pra colocar gesso, porque não tem gessista".

A empregada doméstica Michele Balbino da Silva disse que estava esperando o atendimento para o marido dela há uma hora e meia. Ainda de acordo com ela, a situação no pronto atendimento de Arujá, relatada pelos outros pacientes, é constante. ”Eles falam que tem pediatria e não tem. Médico aqui é um para cem pessoas; quando tem. Não é a primeira vez que é fechado por falta de médico. Já acho que umas duas ou três vezes".

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